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Comércio mundial terá queda de 18,5% e chegará ao ‘fundo do poço’ no segundo trimestre, diz OMC

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O comércio mundial deve registrar um tombo de 18,5% no segundo trimestre deste ano, na comparação anual, apontam estimativas preliminares da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A queda é resultado o forte impacto da pandemia do novo coronavírus na economia do planeta. No primeiro trimestre de 2020, o volume de trocas recuou a ritmo bem menos acentuado, de 3%, na mesma base comparativa.

Por outro lado, a OMC ressalta que as medidas anunciadas por diferentes autoridades para amortecer os efeitos econômicos da Covid-19 têm surtido efeito e, por isso, é improvável que o comércio global atinja o cenário pessimista projetado em abril, de tombo de 32% em 2020.

“Atualmente, o comércio só precisa crescer 2,5% por trimestre no restante do ano para atender à projeção otimista de abril, de contração de 13%”, informa nota da organização multilateral.

A OMC entende que o segundo semestre já representa o “fundo do poço” para o comércio global, mas pondera que uma eventual segunda onda de infecções pelo novo coronavírus pode oferecer um cenário adverso e alterar as estimativas. “A queda no comércio que estamos vendo agora é historicamente grande. Mas poderia ter sido muito pior”, destaca o diretor-geral da entidade, Roberto Azevêdo.

“As decisões políticas têm sido cruciais para amenizar o golpe contínuo na atividade e no comércio, e continuarão a desempenhar um papel importante na determinação do ritmo da recuperação econômica. Para que a produção e o comércio se recuperem fortemente em 2021, todas as políticas fiscais, monetárias e comerciais precisarão continuar seguindo na mesma direção”, alerta o dirigente.

*Com Estadão Conteúdo

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A que ponto estamos indo, Ativista: estátuas de Jesus ‘europeu’ são símbolos de supremacia branca…

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Vista área do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro Imagem: Getty Images

O ativista norte-americano Shaun King escreveu no Twitter que estátuas representando Jesus Cristo são uma “forma de supremacia branca” e que devem ser destruídas. King é um dos fundadores da organização Real Justice PAC e apoiador do movimento “Black Lives Matter”.

Nas últimas semanas, algumas estátuas — principalmente aquelas ligadas a personagens escravagistas ou de passado colonial dos países — foram derrubadas ou pichadas por manifestantes nos EUA e em outros lugares do mundo.

Em uma série de posts na rede social, King declarou que “estátuas do europeu branco que eles alegam ser Jesus também devem ser derrubadas”. “Elas são uma forma de supremacia branca. Sempre foram. Todos os murais e vitrais de Jesus branco, sua mãe europeia e seus amigos brancos também deveriam acabar. Eles são uma forma grosseira de supremacia branca. Criados como ferramentas de opressão. Propaganda racista”, completou.

O ativista também declarou que “Jesus ser branco é uma mentira” e “uma ferramenta de supremacia branca criada para ajudar os brancos a usar a fé como uma ferramenta de opressão”. As ações de protesto ocorrem diante das demandas de ativistas antirracismo de diversos países para derrubar monumentos que homenageiam nomes históricos importantes, mas que tiveram participação principalmente no colonialismo ou tráfico de escravos.

Reações King recebeu diversas mensagens rebatendo sua visão, inclusive de Jenna Ellis, consultora jurídica do presidente Donald Trump. Ela defendeu sua fé e vontade de defender o cristianismo. “Se eles tentarem cancelar o cristianismo, se tentarem me forçar a pedir desculpas ou renunciar à minha fé, eu não dobrarei, não vacilarei, não quebrarei. Em Cristo, a rocha sólida em que estou.

E tenho orgulho de ser americana.” Outras pessoas comentaram que a ideia de King de querer derrubar uma representação de Jesus não deixa de ser uma forma de racismo. “Há uma longa e bela história de pessoas retratando Jesus parecendo familiar com seu lugar e cultura. Jesus não tem a ver com raça, e dizer que derrubar representações que ocorrem em um contexto dominante na Europa é tão racista quanto removê-las de qualquer cultura”, respondeu um usuário.

Com informações UOL

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Boris Johnson anuncia fim da quarentena na Inglaterra

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Boris Johnson, primeiro-ministro britânico.HANNAH MCKAY / REUTERS

O que se discute é que, mesmo assim, o governo parece estar reabrindo o país mais rápido do que deveria

quarentena no Reino Unido está chegando ao fim. Depois de quase três meses em isolamento total, a reabertura do país era bastante aguardada. Boris Johnson anunciou nesta terça-feira (23) a retomada de cinemas e museus a partir do próximo dia 4 de julho. Pubs e restaurantes também podem reabrir as portas nesta data, mas seguindo algumas regras de distanciamento social.

Para que a economia retome todas as suas atividades, a regra agora exige um metros de distância entre cada pessoa. Salões de beleza e barbearias devem voltar a funcionar também respeitando a determinação para evitar aglomerações. Festas dentro de casa são desaconselhadas e ao ar livre podem acontecer, mas com no máximo seis pessoas. Academias, piscinas públicas e casas noturnas vão permanecer fechadas.

Os números de mortes e contaminações estão despencando depois que o país seguiu quase três meses de isolamento levado a sério. Na segunda-feira (22) foram reportadas 15 mortes por covid-19 na Grã Bretanha, o menor número desde março. Existe a usual subnotificação dos finais de semana, mas ainda assim a cada semana que passa as estatísticas são menores.

O que se discute na Inglaterra, no entanto, é que mesmo assim o governo parece estar reabrindo o país mais rápido do que deveria. A avaliação é que a saúde pública agora deixou de ser a prioridade e resgatar a economia virou a missão número um neste momento. Os indicadores das últimas semanas mostram que o pior já ficou para trás tanto em contaminações quanto em contração do PIB. O estrago foi grande e agora Londres tenta correr contra o tempo para evitar uma catástrofe econômica ainda maior.

O fato é que lojas já voltaram, aulas presenciais em setembro estão confirmadas e a Premier League está a todo vapor — mas a vida na Inglaterra só vai ter alguma cara de normalidade mesmo quando os pubs reabrirem — e isso agora está mais perto de acontecer.

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Ciência e Tecnologia

Google coloca sites conservadores como o ZeroHedge em lista negra retirando a monetização e ameaça a mídia internacional The Federalist

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Hoje, a NBC informou que o Google confirmou na lista negra financeira dois sites conhecidos por críticas à esquerda: o site conservador The Federalist e a mídia alternativa ZeroHedge. Após sua publicação, a NBC alterou seu artigo para declarar que o Federalist foi “ameaçado” pelo Google de uma lista negra iminente de seu serviço do Google Ads devido a “violações da política” em sua seção de comentários. O ZeroHedge também está trabalhando com o Google para resolver sua remoção, que também é baseada em sua seção de comentários.

Se The Federalist deixar de remediar o que o Google considera como violações em sua seção de comentários,os dois sites não poderão gerar receita com publicidade usando o Google Ads, de longe o serviço mais importante para qualquer site que tente gerar receita com publicidade digital. Em um comentário ao Breitbart News, o The Federalist confirmou que não estava na lista negra e está trabalhando com o Google para resolver quaisquer problemas. Em um comentário separado, o ZeroHedge também afirmou que está trabalhando com a gigante da tecnologia.

O Google tomou medidas depois de ter sido contatado por jornalistas da NBC, que apresentaram à empresa pesquisas de uma organização sem fins lucrativos de esquerda, o Center for Countering Digital Hate, que difunde vários sites conservadores, incluindo o Breitbart News, e solicita que os anunciantes digitais retirem a monetização desses sites.

A NBC afirmou que a gigante da tecnologia disse que desmonetizou The Federalist e ZeroHedge por causa de “comentários de ódio”. Segundo um porta-voz do Google: “Para deixar claro, o The Federalist não está desmonetizado no momento. Temos políticas estritas de editor que regem o conteúdo em que os anúncios podem ser exibidos, o que inclui comentários no site. Esta é uma política de longa data.”

“Quando uma página ou site viola nossas políticas, tomamos medidas. Nesse caso, removemos a capacidade de monetização de ambos os sites com o Google “, afirmou a porta-voz da NBC.

Informações: Politz

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Ciência e Tecnologia

Um “hacking sofisticado de um agente estatal”: a Austrália denuncia um ataque cibernético ao seu governo

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Um ataque cibernético “sofisticado” a todos os níveis do governo.

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, denunciou na sexta-feira que seu governo e instituições estão sendo alvo de uma “invasão” por um “agente do Estado”.

Morrison disse que os ataques cibernéticos são generalizados e que afetaram o governo, os provedores de serviços essenciais e as empresas australianas.

O primeiro-ministro se recusou a identificar a pessoa responsável e garantiu que não houve um grande roubo de dados pessoais.

A frequência dessa atividade criminosa tem aumentado nos últimos meses, alertou.

  • A disputa entre a Austrália e a China sobre a origem do coronavírus que ameaça provocar um “divórcio econômico” entre os dois países

O governo australiano foi vítima de vários ataques cibernéticos nos últimos anos, alguns deles atribuídos pela imprensa local a países como a China.

O que se sabe sobre esse ataque

Os especialistas em cibernética do governo australiano sabiam que ele era um agente estatal “por causa da escala e natureza” dos ataques.

“Não há muitos agentes estatais que possam participar desse tipo de atividade”, enfatizou Morrison.

img1 Um "hacking sofisticado de um agente estatal": a Austrália denuncia um ataque cibernético ao seu governo

Scott Morrison alertou que a atividade criminosa vinha aumentando nos últimos meses – Foto: EPA

 

O primeiro-ministro disse que decidiu discutir o assunto para pedir às empresas, especialmente prestadoras de serviços e infraestrutura, que melhorem seus sistemas de tecnologia de defesa.

Ele também confirmou que as agências de defesa cibernética da Austrália frustraram “muitas” tentativas, mas os sistemas de proteção exigem “persistência e manutenção constante”.

“Decidimos levantar essa questão hoje não para preocupar o público, mas para aumentar a conscientização “.

“Nós sabemos o que está acontecendo. Estamos trabalhando nisso, mas é uma tarefa diária”.

O primeiro-ministro enfatizou que esse tipo de atividade maliciosa não afeta apenas a Austrália , como ocorreu em outros territórios ao redor do mundo.

No ano passado, os principais partidos da Austrália e o Parlamento foram atingidos por uma “invasão maliciosa” em suas redes de computadores, realizada por um “sofisticado agente estatal”.

img2 Um "hacking sofisticado de um agente estatal": a Austrália denuncia um ataque cibernético ao seu governo

No ano passado, a Austrália relatou um ataque ao seu Parlamento – Foto: Getty images

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EUA alteram regras de trabalho com tecnologia 5G da Huawei

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O Departamento de Comércio dos Estados Unidos e outras agências norte-americanas concordaram nesta terça-feira (16/6) com alterações às limitações impostas à Huawei e anunciaram a suavização das regras para que empresas chinesas e estadunidenses colaborem com o desenvolvimento da tecnologia 5G. Decisão acontece após um período turbulento de restrições.

O secretário do comércio Wilbur Ross confirmou a informação à Reuters, salientando que o órgão, entretanto, continua comprometido em proteger os interesses de segurança nacional e política externa dos EUA.

Apesar de ainda aguardar registro federal – enviado sexta-feira (12/6) e que deve ser publicado ainda hoje –, a decisão foi tomada devido ao avanço da companhia chinesa em seus processos. De acordo com a  Strategy Analytics, a Huawei “é líder nas contribuições gerais para o 5G”.

Por isso, o país comandado por Donald Trump deseja participar ativamente da definição dos padrões globais da conexão, visando, ainda, consolidar sua relevância no contexto. “Os Estados Unidos não irão ceder a liderança em inovação global”, afirma o secretário em comunicado.

Informações: Tecmundo

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Coreia do Norte rechaça diálogo e enviará tropas à fronteira com Coreia do Sul

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A Coreia do Norte vai voltar a militarizar regiões da fronteira com a Coreia do Sul

 

Coreia do Norte rejeitou publicamente as tentativas de diálogo da Coreia do Sul e anunciou nesta quarta-feira (17) que voltará a enviar tropas para áreas de fronteira que haviam sido desmilitarizadas após acordo em 2018.

Em comunicado divulgado pela agência estatal de notícias KCNA, Kim Yo-jong, irmã do líder Kim Jong-un, disse que o regime rechaça o envio de representantes sul-coreanos a seu território para um diálogo.

“(Kim Yo-jong) anunciou nossa posição de que rejeitamos a proposta sinistra e sem tato”, diz o comunicado lido pela agência estatal.

Em declaração também divulgada pela “KCNA”, a própria Kim chamou de “repugnante” um discurso feito na segunda-feira (15) pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, no 20º aniversário da primeira cúpula entre as duas Coreias e no qual pediu aos vizinhos do norte para que não voltem atrás na aproximação.

A irmã do líder norte-coreano declarou que o discurso não incluiu um pedido de desculpas pelo envio de panfletos de propaganda contra o regime de Kim Jong-un por parte de ativistas sul-coreanos, razão pela qual a Coreia do Norte alegou ter optado por retomar uma atitude beligerante em relação ao país vizinho.

Essas palavras de Kim Yo-jong, assim como os planos de remilitarização da fronteira, reforçam a intenção de Pyongyang de não querer aliviar tensões. Nesta terça-feira (16), a Coreia do Norte destruiu um escritório intercoreano que ficava próximo à fronteira com a vizinha do sul.

A liderança militar norte-coreana vai enviar tropas para a área ao redor da cidade de Kaesong, no sudoeste do país, e do Monte Kumgang, no sudeste, ao longo da fronteira que separa as Coreias.

As duas regiões fronteiriças, símbolos de uma cooperação agora suspensa, foram desmilitarizadas com base em um acordo assinado por ambos os países na cúpula realizada em setembro de 2018 em Pyongyang.

A Coreia do Norte também disse que vai reativar postos de guarda de fronteira e reiniciar “todos os tipos de exercícios militares” perto do país vizinho.

Informações: JP

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O presidente dos EUA, Donald Trump , cancelou o projeto Bill Gates conhecido como ID2020.

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Fonte: Google

O presidente dos EUA, Donald Trump (foto), cancelou o projeto Bill Gates conhecido como ID2020. *

O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump , fez o seguinte;

1– Tornou as vacinas voluntárias, não obrigatórias. Os militares verificarão a pureza e distribuirão as vacinas.

2– Cortou o financiamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) e quer uma investigação sobre suas operações.
3– Cancelou o projeto de lei Democratas HR 6666, conhecido como Covid -19 TRACE Act, que foi a base do projeto de diagnóstico e rastreamento de Bill Gates , que também foi cancelado.
4– Projeto Bill Gates cancelado, conhecido como ID2020.
5– Abriu uma plataforma de denúncias para denunciar censura no Facebook , Twitter e YouTube. Foi invadida por reclamações. Eles conseguiram a evidência.
6- Parou o lançamento do 5G em todo o país.
7– Emitiu Ordem Executiva para reabrir estados: Governadores que se recusarem a reabrir serão processados.
8– Executou a ordem para a Casa Branca assumir todas as redes elétricas: que incluem servidores de  Internet, sistemas de transmissão e sistemas eletrônicos. (Bandeira vermelha)
9– Declarou que locais de culto são ‘Serviços Essenciais’. Alguns prefeitos estão multando as pessoas por irem à igreja.
10– Aplaudiu a Austrália e 116 países por insistirem em uma sonda chinesa na disseminação do Covid-19, apesar de várias ameaças da China sobre a recusa de exportações críticas.
 
NOTA:
*Projecto ID2020

D2020 é o nome do projecto que poderia levar à identificação digital de praticamente todas as pessoas no planeta. A expressão “identificação digital” significa a inserção de um microchip no corpo humano, algo que contém todas as informações pessoais dos cidadãos.

Pouco tem sido dito sobre o assunto nos órgãos de comunicação, mas o projecto ID2020 chegou a um estágio bastante avançado. O site oficial afirma que ID2020 é uma espécie de parceria público-privada que envolve a ONU, governos nacionais e membros fundadores, que são também os seus financiadores mais activos. Quem são os financiadores?

Os membros fundadores incluem nomes importantes como a Microsoft de Bill Gates; a GAVI, a aliança global para as vacinas e a imunização, interessada em promover o uso de vacinas em todo o mundo; e a família Rockefeller.

Na Administração do ID2020 encontramos representantes dos conhecidos do costume: JP Morgan, Banco Santander, Banco USB, Deutsche Bank, IBM, Rockefeller Foundation, Microsoft… só não encontrei a Goldman Sachs e isso deixou-me muito perplexo.

Obviamente, ID2020 é apresentado como uma mais valia para os cidadãos. Mais do que isso: um direito. Na primeira página do projecto podemos ler:

A identidade é vital para as oportunidades políticas, económicas e sociais. Mas os sistemas de identificação são arcaicos, não seguros, falta uma adequada protecção da privacidade e, para mais de um bilião de pessoas, são inacessíveis.

Pelo que: ID2020 é para o nosso bem. Tinham dúvidas? Já viram quantas pessoas e empresas privadas cheias de dinheiro pensam apenas nos nossos bem estar e direitos?

Bill!

Bill Gates, ele mesmo: o indivíduo que poucas semanas antes do começo do psicodrama previu a pandemia de Coronavirus. Olhem o acaso. Mas o que a imunização tem a ver com a identidade digital?

É aqui que podemos encontrar algo que parece saído dum livro de ficção: a identidade digital não só proporcionaria a possibilidade de incluir todas as informações pessoais dos cidadãos num microchip subcutâneo, mas ao mesmo tempo permitiria também que as vacinas fossem administradas em formato digital. Incrível? Sem dúvida. Mas real, já existe. No Estado do Texas, nos Estados Unidos, os pobres desabrigados já estão a ser usados como cobaias para testar este microchip. E o governo do Bangladesh também aderiu oficialmente a esta iniciativa no passado mês de Setembro. Dúvidas? Espreitem os links contidos neste artigo.

Bill Gates, como sabemos, é um maníaco das vacinas. Não admira: falamos dum negócio bilionário e algo mais. O simpático Bill sugere:

investir na vigilância de doenças, para incluir um repositório digital imediatamente acessível às organizações mais relevantes com regras que exijam que os Países compartilhem suas informações.

Este é exactamente o projecto que Gates está a financiar com o ID2020. Se isso se tornasse realidade, toda a informação dos cidadãos estaria imediatamente disponível neste microchip, incluindo, é claro, informações sobre as suas doenças pessoais; e os Países seriam obrigados a partilhar estas informações com as organizações “mais relevantes”. As implicações para a privacidade seriam devastadoras, uma vez que praticamente todos poderiam ser sujeitos a uma verdadeira vigilância digital em massa. E ninguém, até agora, preocupou-se em apontar o macroscópico conflito de interesses de Bill Gates que, ao promover tal instrumento, de facto daria a si mesmo um enorme poder de controle sobre a população mundial.

Embora o projecto seja apresentado sob uma capa humanitária, na realidade esconde implicações perturbadoras tanto para a questão dos lucros quanto para as consequências directas na liberdade pessoal. O microchip, de facto, permitiria àqueles que gerem o arquivo digital rastrear os movimentos de qualquer pessoa. O Big Brother digital, sob o pretexto da protecção da saúde, poderia saber em tempo real onde está uma pessoa e o que ela está a fazer.

O diário La Stampa explica quais as nossas vantagens ao falar com o director de Accenture, uma das multinacionais que participam no projecto ID2020:

A ideia, que faz parte dos objectivos da Agenda do Desenvolvimento Sustentável, é permitir a qualquer pessoa aceder às suas informações pessoais através de uma nova plataforma de Cloud Computing ligada aos sistemas públicos ou privados existentes em diferentes Países.

Em suma, não há mais passaportes, bilhetes de identidade, certidões de nascimento ou documentos em papel que comprovem a cidadania ou o estatuto de requerente de asilo. Qualquer pessoa pode provar quem ele é, e de onde ele vem, fornecendo prova da sua existência legal, ou ter disponíveis dados médicos e até mesmo dados bancários e educacionais, conectando-se, onde quer que esteja, a uma rede digital universal também acessível via app e telefone celular.

Para o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados,Accenture já desenvolveu uma plataforma que permite a identificação de refugiados individuais utilizando dados biométricos de impressões digitais, íris e características faciais. O novo sistema, cuja segurança seria garantida pelo uso da tecnologia blockchain, é um desenvolvimento deste projecto que permite às pessoas registadas receberem assistência humanitária nos campos de refugiados.

“Ter uma identidade digital é um direito humano fundamental”, diz o director da Accenture, David Treat, “sem o qual você está excluído do acesso aos serviços básicos de saúde, educação e serviços bancários”.

Um sexto da população mundial paga o preço d essa privação, um terço da qual é menor, vivendo principalmente na Ásia e na África.

Mas graças ao sistema digital os mais necessitados, incluindo refugiados e deslocados, poderão, no futuro, receber os recursos e cuidados médicos de que necessitam. E, uma vez autenticados na rede global, recebem um endosso oficial para poder confirmar perante qualquer autoridade e agência dados tais como nascimento, cidadania ou nível de educação.

Tudo correcto: a miséria do Terceiro Mundo não é provocada pela falta de dinheiro, de oportunidade, de instrução, de meios de sustentação regularmente subtraídos pelos investidores internacionais; nada de guerras do petróleo, nada de corrupção, nada de dívidas internacionais: é a falta de identidade digital o verdadeiro drama destes povos. E nem vale a pena falar da trágica situação dos cidadãos dos Países mais evoluídos, obrigados a viajar com pesados passaportes no bolso.

Fiquei convencido, vou já enviar uma doação.

A GAVI

Depois há a GAVI, uma espécie de parceria público-privada à qual pertencem entidades públicas e privadas como a Organização Mundial da Saúde, a Unicef, o Banco Mundial e, obviamente, o próprio Bill Gates com a Fundação Melinda & Bill Gates. Mas a GAVI já foi acusada de não ser movida por fins de caridade.

De facto, a GAVI tem utilizado os fundos públicos recebidos dos governos de vários Países para aumentar os grandes negócios das empresas farmacêuticas que produzem vacinas, em particular os negócios da britânica GlaxoSmithKline e da americana Pfizer. Como rezava o britânico The Guardian já sete anos atrás:

MSF [Médecins sans Frontières, ndt] está preocupada que os acordos entre a Global Alliance for Vaccines and Immunisation (GaAVI) […] e empresas farmacêuticas como a gigante britânica GlaxoSmithKline e a Pfizer nos EUA, não sejam transparentes e não tenham sustentabilidade.

“Parece-nos um grande subsídio para as farmacéuticas, não há outra forma de o dizer realmente”, diz a Dra. Manica Balasegaram, directora executiva da campanha da MSF.

De facto, a GAVI financiava Big Pharma enquanto a empresa indiana de medicamentos poderia produzir aqueles mesmo medicamentos por menos dinheiro, como explica o indiano Development Today.

Coisas velhas? Nem por isso, pois ainda no passado mês de Dezembro, assim relatava MSF:

Antes da reunião desta semana da directoria da GAVI, Médicos Sem Fronteiras (MSF) pediu aos membros da directoria que parassem imediatamente de pagar os fundos remanescentes de um subsídio de 262 milhões de Dólares às corporações farmacêuticas Pfizer e GlaxoSmithKline para a vacina pneumocócica. A MSF pediu que os restantes fundos fossem usados para apoiar a adopção de uma vacina pneumocócica mais acessível, que deve chegar ao mercado em breve.

“A Pfizer e a GSK arrecadaram mais do que sua parcela para a vacina pneumocócica, além dos quase 50 biliões de Dólares em vendas que fizeram nos últimos 10 anos com a vacina, então é hora da Gavi parar com esse pagamento às farmacêuticas” disse Kate Elder, Assessora Sénior das Políticas de Vacinas da campanha de MSF Access. “Em vez de fazer mais dinheiro na Pfizer e na GSK, a GAVI deveria começar a apoiar os Países a prepararem-se para um fornecedor alternativo que promete preços mais baixos da vacina pneumocócica para todos os Países”.

Pelo que, há anos que a GAVI ajuda Big Pharma a realizar lucros bilionários: por baixo das declaradas intenções filantrópicas estão escondidos grandes os interesses das empresas farmacêuticas. E não só delas.

Os Rockefellers

A família Rockefeller também tem um grande interesse na identidade digital. No site do ID2020, os Rockefellers são apresentados como uma família há muito “comprometida com a promoção do bem da humanidade”. É precisa muita inconsciência ou uma boa dose de humor negro para escrever algo assim.

Para quem não está familiarizado com esta família americana, será útil lembrar o Massacre de Ludlow, de 1914, no qual uma greve eclodida nas minas de carvão de Ludlow, no Estado do Colorado, de propriedade de John D. Rockefeller, foi resolvida com um grupo de homens armados enviados pelo mesmo Rockefeller. A revolta foi suprimida com sangue e custou a vida de 2 mulheres e 11 crianças.

Já em 1918 a riqueza da família atingia o valor de 1.5 biliões de Dólares, equivalente a 322 biliões de Euros de hoje, de certeza não o fruto da prática da filantropia. Mas por qual razão esta família tem interesse na identidade digital?

Porque a filosofia dos Rockefellers assenta no sonho dum mundo em que os Estados-nações são substituídos por uma superestrutura globalista. É possível encontrar este projecto nas memórias de David Rockefeller, tardiamente falecido em 2017 com a idade de 102 anos:

Alguns acreditam que somos parte de um pacto secreto que trabalha contra os interesses dos Estados Unidos, caracterizando a mim e à minha família como internacionalistas e conspiradores com outros em todo o mundo para construir uma estrutura económica e política mais integrada, um mundo, por assim dizer. Se é essa a acusação, declaro-me culpado e estou orgulhoso disso.

Um psicopata bilionário, filho duma família de psicopata, na cuja visão de paraíso os povos não desempenham qualquer papel, mas são completamente remetidos para a vontade desta elite transnacional. Um desenho autoritário que deseja o advento de um supergoverno mundial que aniquile as nações e os poderes dos parlamentos nacionais. O projecto ID2020 seria, portanto, a ferramenta perfeita para mapear e controlar todos os cidadãos do mundo.

Repito: tudo isso parece ficção. Mas na Suécia já temos um exemplo concreto de como este microchip subcutâneo funciona: as pessoas que o enxertaram passam as mãos por baixo dos scanners para adquirir bens e serviços. O microchip subcutâneo já é uma realidade na Suécia.

Concluímos com um toque religioso? Boa ideia.

Apocalipse de João 13:16-18

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Falta só uma musiquinha inquietante…

Só uma nota: o simpático nome. ID2020. O mesmo ano da pandemia (2020), enquanto ID deve estar por IDiots, que somos nós. Business Insider, 19 de Março de 2020:

“As coisas estão um pouco confusas neste momento”, acrescentou Gates, acrescentando que a Universidade de Washington em Seattle estava “a fornecer milhares de testes por dia, mas ninguém está ligado a um sistema de rastreamento nacional”. […]

Gates também apoiou a ideia de monitorizar mais de perto os movimentos dos pacientes com Coronavírus confirmados. “Sempre que há um teste positivo, deve ser visto para entender onde está a doença e se precisamos fortalecer o distanciamento social”, disse. “A Coreia do Sul fez um excelente trabalho, incluindo o rastreio digital dos contactos.”

Pois é: a Coreia do Sul criou um sistema que rastreia os movimentos dos contagiados, tornando os dados publicamente disponíveis num site do governo e enviando mensagens às pessoas que possam ter-se cruzado com elas. Coronavirus, vacinas, microchip… ligaram os pontinhos?

 

Fonte: Informação incorrecta

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SUJA E REVELADORA – É A GUERRA CONTRA A CLOROQUINA !

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SUJA E REVELADORA – É A GUERRA CONTRA A CLOROQUINA !

Por Dirceu Pio

Mais penoso do que a prisão domiciliar sem tornozeleira eletrônica é suportar o mau cheiro que infecta o ar soprado pelos ventos pandêmicos !

Não, o odor não vem dos milhares de cadáveres de vítimas inocentes que continuam a ser atirados em covas rasas ou transformados em cinza nos crematórios. O mau cheiro vem do caráter em putrefação das forças que se aproveitam da Pandemia para produzir recessão, ganhar dinheiro ou desestabilizar governos conservadores no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, entre vários outros.
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Ao contrário do que acontece no Brasil, onde as idiossincrasias político-ideológicas asfixiaram o jornalismo, ele sobrevive com vitalidade nos Estados Unidos, tanto que  ali  já emerge a convicção de que a Pandemia foi previamente planejada no detalhe e começam a aparecer os primeiros suspeitos pela autoria intelectual do projeto.

Por enquanto, as suspeitas recaem sobre quatro personagens principais: o ex-presidente Barack Obama; o infectologista Anthony Fauci; Bill Gates, o “Homem das Vacinas” e Tedros Adhanom,, o Imperador da OMS.

Fantasia ? Teoria da Conspiração ? Quem ler com atenção o relato que faço abaixo sobre a guerra deflagrada desde o início da Pandemia contra a hidroxicloroquina vai se convencer de que é tudo verdade. E muitos outros personagens serão incorporados ao rol de responsáveis.

E, além disso, começará a perceber o quanto tornou-se frágil a mídia brasileira que sequer informou o que de fato motivava Bill Gates a deixar a Microsoft em março de 2020…”Ele vai dedicar sua vida a partir de agora à filantropia”, aceitou a mídia que não chegou a fazer uma conta elementarr, assim: com uma população planetária que se aproximava de oito bilhões de pessoas, se uma vacina  for vendida por até 100 dólares a governos, com financiamentos disponíveis nos cofres de magnatas do porte de George Soros, quanto ganhará quem a produz e a fornece?

O jornalismo americano não só fez as contas  (basta multiplicar 100 dólares por oito bilhões) como informou que Bill Gates controla hoje nada menos de sete farmacêuticas diuturnamente dedicadas à produção da vacina contra o vírus de Wuhan.

E mais: mostrou também que o confinamento, não por acaso defendido pelos quatro suspeitos, acompanhado de terrorismo, é um elemento de marketing perfeito para a formação do mercado planetário para vacinas.

JÁ APARECE UMA PARTE DA HISTÓRIA

Nada melhor para mostrar a causa desse mau cheiro que ainda se espalha forte,  do que falarmos da guerra suja contra o uso da hidroxicloroquina, a velha droga, conhecida planetariamente por sua aplicação  na prevenção e na cura da malária, que já na largada da Pandemia provou ser bastante eficaz no tratamento precoce da infecção pelo vírus chinês.

O plano, percebe-se hoje com maior clareza, era produzir pânico e confinar em casa a população do Planeta.

Baratinha mas poderosa, a droga passou a representar uma pedra no meio do caminho dos genocidas: era tão previsível que ela iria se impor (até pelo alerta feito pela China, tradicional usuária da cloroquina, segundo testemunha Paolo Zanotto, um dos grandes virologistas brasileiros), que passou a ser combatida desde os primeiros dias da Pandemia.

Nessa guerra, de um lado você tem claramente:

1)    – A China interessadíssima na recessão planetária (basta ver as economias que o país consolida na compra de commodities agrícolas e o interesse já manifesto pelos empresários chineses na aquisição de empresas brasileiras quase nocauteadas pela paralisação econômica);

2)    – As maiores farmacêuticas mundiais, todas elas grandes financiadoras da OMS e inconformadas com o fato de um “remedinho fuleira” querer roubar-lhes a grande oportunidade comercial da história contemporânea;

3)    – O empresário Bill Gates (hoje contribuindo com mais de 800 milhões de dólares com a OMS), à espera que o Planeta se dobre às suas vacinas;

4)    – “Médicos”, “cientistas” de péssima qualidade capazes apenas de ver na Pandemia uma oportunidade de ganhar dinheiro e se fazer na vida;

5)    – A mídia de quase todo Planeta atolada na disrupção causada pela Web, tornando-se, portanto, presa fácil dos mega-corruptores;

6)    – Políticos de péssima qualidade, interessados em se enriquecer,  corromper e roubar  antes de servir à sociedade;

7)    – “Jornalistas” independentes, que hoje “formam” (ou deformam) opinião nas redes sociais, capazes de jogar a Ética na lata do lixo por razões político-ideológicas…

E de outro lado, temos apenas:

1)    – Presidentes como Donald Trump e Jair Bolsonaro que têm defendido o uso da hidroxicloroquina no tratamento da infecção pelo vírus chinês;

2)    – Médicos e cientistas de verdade, em número bastante inferior (“Dos 400 mil médicos brasileiros apenas quatro mil assinaram um manifesto em favor do uso precoce da hidroxicloroquina!”, observou a médica Wilse Segamarchi);

3)    – Instituições sérias, como:

a)- O Instituto Mediterrâneo de Infecções, dirigido pelo infectologista dr. Didier Raoult, em Marsellha, França, salvando centenas de vidas e propagando pelo país e pelo mundo os seus experimentos de sucesso com hidroxicloroquina associada a azitromicina;

b)- O convênio de Saúde Prevent Senior, que tem como assinantes
nada menos de 25% da população idosa da Grande São Paulo (cerca de 20 milhões de habitantes),  que desenvolveu o primeiro protocolo de uso da hidroxicloroquina/azitromicina do Brasil…

4)- Alguns poucos jornalistas sérios, entre os quais modestamente me incluo, que fazem das redes sociais uma trincheira contra os ataques à hidroxicloroquina;

5)-  A internet como arquivo magistral de informações, disponível para quem desejar pesquisar e se informar sobre o assunto (quem digitar no Google a palavra cloroquina, recebe, instantaneamente, nada menos de 7 milhões de publicações que fazem menção à droga)…

Sim, a hidroxicloroquina precisa ser muito poderosa para vencer esta guerra. E já é possível dizer que ela venceu, na medida que até a OMS, o grande baluarte do combate à droga, promete, contrariando tudo o que tem afirmado até agora, rever seus estudos sobre o assunto.

Prenuncia-se, contudo, como uma Vitória de Pirro, pois todos os objetivos de quem planejou a Pandemia foram alcançados !

HISTÓRIA SERVE DE LIÇÃO

Já se sabe que a história dessa guerra teve de tudo: ameaças, pressão exacerbada, destruição de reputações, atentados, assassinatos e até genocídios!

Mas será necessário esperar por mais alguns meses para que se possa contá-la com maior exatidão.

É preciso esperar, por exemplo, como informa o professor João Tilly, ativista do Chega, mais importante partido conservador de Portugal, que o FBI conclua as investigações da transferência dos Estados Unidos para Wuhan, na China, do laboratório de estudos do Coronavirus (não do atual, mas dos anteriores).

O que se sabe, por enquanto, é que a transferência, ainda segundo João Tilly, a um custo de 3,7 bilhões de euros, foi feita por determinação de Barack Obama e executada pelo Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas, dirigido pelo infectologista Anthony Fauci, atual assessor de Donald Trump na gestão da Pandemia, no momento em que o Congresso Americano proibia a continuidade das atividades do laboratório no país.

O FBI, segundo João Tilly, investiga não apenas o elevado custo dessa transferência, que permaneceu oculta até há três semanas atrás, mas também a destinação de nada menos de 32 bilhões de euros para o Instituto ao longo da gestão Obama.

CÚPULA UNIDA CONTRA A DROGA

Amigo de Bill Gates, o Homem das Vacinas, Fauci foi uma das primeiras vozes a se erguer contra a cloroquina no Planeta: “Ela produz fortes efeitos colaterais !”, ele bradou para desestimular o seu presidente a continuar com o discurso em favor da droga.

Anthony Fauci foi também, como Bill Gates, um defensor intransigente do isolamento social como único meio de combater o Virus de Wuhan.

É preciso esperar também para saber se houve ou não o dedo de Fauci na pesquisa, finalizada em fins de abril, com veteranos do exército dos EUA, já apontada como o primeiro grande atentado contra a hidroxicloroquina no Planeta.

PRIMEIRO ATENTADO

Nada bate com coisa alguma nos resultados da “pesquisa” que  apontou que a taxa de letalidade de pacientes  que tomaram o remédio foi de 28%; entre os que não tomaram, o índice de mortos foi de 11%.

Sabe-se que os pacientes estavam hospitalizados, o que sugere que já se encontravam em estágio avançado da infecção, quando a droga perde grande parte de sua eficácia.

Não veio a público sequer o protocolo utilizado, se é que o estudo ocorreu baseado em algum critério científico adequado.

Nessa mesma época, o hospital Santa Maggiori, da Prevent Senior, em SP, uma das primeiras casas de saúde do mundo a desenvolver um protocolo de uso da hidroxicloroquina/azitromicina, alcançava 100% de cura de pacientes idosos tratados na fase inicial da infecção.

Já fazia sucesso com o uso das mesmas drogas na fase inicial, o infectologista Didier Raoult, Médico do Polo de Doenças Infecciosas de La Timone e Diretor do Instituto Mediterrâneo de Infecções de Marselha (França), um cientista de verdade que sai desta Pandemia ainda mais fortalecido do que entrou.

DIDIER, UM GRANDE CIDADÃO

Desde o momento em que ele mesmo propagava aos quatro ventos os seus resultados clínicos extraordinários (seus vídeos no Youtube têm mais de um milhão de visualizações por dia), começou a receber todo tipo de ameaça – Didier Raoult  foi caluniado, achincalhado, amaldiçoado.
Sua resistência comoveu a França, e por que não dizer ?, o Planeta.

“Não tenho o direito de não usar o único tratamento que até agora se mostrou bem sucedido. Estou convencido de que, no final, todos usarão esse tratamento…”, afirmou o hoje venerado Didier Raoult.

Foi severamente questionado sobre as razões de usar uma droga ainda não referenciada pela ciência e ele contra-atacava, dizendo:

– Eu, como qualquer médico, uma vez demonstrado que um tratamento é eficaz, acho imoral NÃO administrá-lo. É simples assim !

Ainda em fins de março nocauteou seus primeiros adversários numa célebre entrevista ao Le Parisien, declarando:

– O problema neste país é que as pessoas que falam são de total ignorância. Eu fiz um estudo científico sobre cloroquina e vírus, há treze anos atrás, que foi publicado. Desde então, outros quatro estudos de outros autores mostraram que o coronavírus é sensível à cloroquina. Tudo isso não é novo. É sufocante que o círculo de tomadores de decisão nem sequer seja informado sobre o estado da ciência. Sabíamos da eficácia potencial da cloroquina em modelos de cultura viral. Sabíamos que era um antiviral eficaz. Decidimos em nossas experiências adicionar um tratamento com azitromicina [um antibiótico contra pneumonia bacteriana] para evitar infecções secundárias por bactérias. Os resultados foram fantásticos em pacientes com Covid-19 quando a azitromicina foi adicionada à hidroxicloroquina.

UM SEGUNDO ATENTADO

Ainda em março, as atenções dos quatro homens (Anthony Fauci, Barack Obama, Bill Gates e Thedros Adhanom, ) se voltavam para a América Latina e era preciso algo ainda mais contundente contra a “maldita droga”, a grande ameaça.

Com certeza, recorreram a seu grande aliado brasileiro, o então ministro da Saúde de Jair Bolsonaro, o médico e deputado do DEM, Henrique Mandetta.

Há evidências de que Mandetta havia sido pautado pelo Alto Comando da Operação. Em menos de um mês coordenou e executou o que hoje já é conhecido por Atentado de Manaus, um dos mais tristes, sujos e vergonhosos episódios desta Pandema !

Aconteceu assim: com ajuda de “cientistas” da Fiocruz* (laboratório da Fundação Oswaldo Cruz, mantida pelo Ministério da Saúde), Mandetta mandou realizar um teste da cloroquina em Manaus, onde o surto da infecção se intensificara.

Pelo menos quatro funcionários da Fiocruz  tiveram participação efetiva no Atentado: o secretário de Vigilância Sanitária, Wanderson Cleber Oliveira; o chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, Camile Sachetti; o secretário de Ciência e Tecnologia, Denizar Vianna e o “virologista” Marcos Lacerda que fez, digamos assim, o *Protocolo da Operação*…

Separaram 40 pessoas infectadas em Manaus e em vinte delas aplicaram doses cavalares de CLOROQUINA (fármaco muito mais forte que a hiroxicloroquina), doses, já foi descoberto, mais de doze vezes maiores que as usadas para tratamento de malária na fase aguda.

Pelo que se sabe, morreram 22 pessoas !!!

Há informações seguras de que a Fiocruz e a Fundação que o mantem foram aparelhadas pelo PT, o partido que, tão logo  conhecidos os “trágicos efeitos colaterais” da droga nos “testes” de Manaus, entrou  com uma petição junto ao STF tentando impedir o presidente Jair Bolsonaro de indicar a hidroxicloroquina no tratamento da infecção pelo vírus chinês.

TERCEIRO ATENTADO

”A mais importante revista científica do mundo, The Lancet, matou a charada.

Publicou hoje (22 de maio) a mais aprofundada pesquisa médica sobre o uso de cloroquina e afins para combater a Covid-19.

O resultado é o que se esperava: cloroquina não combate a Covid-19 e causa delicados efeitos colaterais. Mata gente.

Na pesquisa, entre os que receberam só cloroquina ou hidroxicloroquina, 1 em cada 6 pacientes morreu.

Entre os que receberam cloroquina ou hidroxicloroquina com macrólidos, 1 em cada 5 pacientes morreu.

A maior taxa de letalidade foi medida em pacientes que receberam a hidroxicloroquina combinada com antibióticos:

8% dos pacientes morreram (502 pessoas em um grupo de 6.221), enquanto a letalidade no grupo placebo foi de 0,3%.

Quer dizer, a cloroquina mata mais que a Covid-19.

O dr. Mandeep Mehra, diretor do Brigham and Women’s Hospital Center of Advanced Heart Diseases, em Boston, chefe do estudo, disse:

“Este é o primeiro estudo em larga escala a encontrar evidências robustas de que o tratamento com cloroquina ou hidroxicloroquina não traz benefícios a pacientes com Covid-19.”
End of story, talquei?”

E ATENÇAO !!!  Essas 28 linhas  que você acaba de ler não são minhas. Foram publicadas no Facebook no dia 22 de maio pelo “jornalista” Carlos Marchi no mesmo dia em que a revista britânica The Lancet lançou mais esse vergonhoso e genocida ataque à hidroxicloroquina…

Dessa data em diante, fiz visitas diárias à página desse “jornalista” para ver se ele tinha a honradez e algum respeito a seus leitores, divulgando também tudo o que aconteceu com essa pesquisa: só que não !

Numa demonstração da desonestidade intelectual das pessoas que atacam o presidente e tudo aquilo que ele sugere, Marchi não publicou uma só linha dos fatos que se sucederam à divulgação da pesquisa… Agindo sob pressão da banda séria da Comunidade Científica Mundial, vários de seus autores pediram que a revista  despublicasse o artigo, o que foi feito mais recentemente…

A The Lancet tem uma história de mais de 200 anos na divulgação de assuntos médicos. Qualquer jornalista sério, estaria se perguntado o que teria levado uma publicação como essa a, de repente, enterrar sua esplêndida biografia numa montanha de lixo.

UM “AMIGO”

Carlos Marchi já foi meu amigo no Facebook. Ele me excluiu e me atacou com um comentário ofensivo, chamando-me de “dedo duro” porque publiquei um texto em que denunciava “jornalistas” da Globonews por receberem dezenas de milhares de reais para dar palestras ao público da Fecomércio do RJ durante a gestão de um empresário com ligações com o ex-governador Sérgio Cabral.

Talvez o “jornalista” Carlos Marchi não soubesse que a Fecomércio pertence ao Sistema S e grande parte de seu orçamento vem dos cofres públicos.

Mas o que se pode esperar de saudável de um cidadão que se avassala ao sentimento torpe do corporativismo ?

 

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