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Pentágono prevê vacina contra covid-19 até o fim do ano

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A diretora do Programa de Pesquisa de Doenças Infecciosas das Forças Armadas dos Estados Unidos (EUA), coronel Wendy Sammons-Jackson, disse hoje (3/6) que é razoável esperar que algum tipo de vacina para o novo coronavírus esteja disponível para parte da população norte-americana até o fim deste ano (2020).

O secretário de Defesa, Mark Esper, prometeu, em 15 de maio, que as Forças Armadas norte-americanas e outras áreas do governo iriam, em colaboração com o setor privado, produzir uma vacina em escala para tratar a população do país e seus parceiros pelo mundo até o fim do ano.

Outro pesquisador do Exército, Kayvon Modjarrad, afirmou que os pesquisadores estão aprendendo sobre o novo coronavírus mais rápido do que sobre qualquer outro vírus anteriormente.

“Então, chegar a uma vacina em questão de meses, do conceito até a fase 3 de testes clínicos e com potencial de licenciamento, não tem precedentes. Mas, neste caso, acredito muito que seja possível”, afirmou Modjarrad.

Pesquisadores disseram que o trabalho envolve empresas como AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna e Sanofi para desenvolver medicamentos de anticorpos e vacinas. Os militares planejam testar sua própria vacina em pessoas no fim do verão no Hemisfério Norte.

Informações: Agência Brasil

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A que ponto estamos indo, Ativista: estátuas de Jesus ‘europeu’ são símbolos de supremacia branca…

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Vista área do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro Imagem: Getty Images

O ativista norte-americano Shaun King escreveu no Twitter que estátuas representando Jesus Cristo são uma “forma de supremacia branca” e que devem ser destruídas. King é um dos fundadores da organização Real Justice PAC e apoiador do movimento “Black Lives Matter”.

Nas últimas semanas, algumas estátuas — principalmente aquelas ligadas a personagens escravagistas ou de passado colonial dos países — foram derrubadas ou pichadas por manifestantes nos EUA e em outros lugares do mundo.

Em uma série de posts na rede social, King declarou que “estátuas do europeu branco que eles alegam ser Jesus também devem ser derrubadas”. “Elas são uma forma de supremacia branca. Sempre foram. Todos os murais e vitrais de Jesus branco, sua mãe europeia e seus amigos brancos também deveriam acabar. Eles são uma forma grosseira de supremacia branca. Criados como ferramentas de opressão. Propaganda racista”, completou.

O ativista também declarou que “Jesus ser branco é uma mentira” e “uma ferramenta de supremacia branca criada para ajudar os brancos a usar a fé como uma ferramenta de opressão”. As ações de protesto ocorrem diante das demandas de ativistas antirracismo de diversos países para derrubar monumentos que homenageiam nomes históricos importantes, mas que tiveram participação principalmente no colonialismo ou tráfico de escravos.

Reações King recebeu diversas mensagens rebatendo sua visão, inclusive de Jenna Ellis, consultora jurídica do presidente Donald Trump. Ela defendeu sua fé e vontade de defender o cristianismo. “Se eles tentarem cancelar o cristianismo, se tentarem me forçar a pedir desculpas ou renunciar à minha fé, eu não dobrarei, não vacilarei, não quebrarei. Em Cristo, a rocha sólida em que estou.

E tenho orgulho de ser americana.” Outras pessoas comentaram que a ideia de King de querer derrubar uma representação de Jesus não deixa de ser uma forma de racismo. “Há uma longa e bela história de pessoas retratando Jesus parecendo familiar com seu lugar e cultura. Jesus não tem a ver com raça, e dizer que derrubar representações que ocorrem em um contexto dominante na Europa é tão racista quanto removê-las de qualquer cultura”, respondeu um usuário.

Com informações UOL

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Comércio mundial terá queda de 18,5% e chegará ao ‘fundo do poço’ no segundo trimestre, diz OMC

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Foto: Google

O comércio mundial deve registrar um tombo de 18,5% no segundo trimestre deste ano, na comparação anual, apontam estimativas preliminares da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A queda é resultado o forte impacto da pandemia do novo coronavírus na economia do planeta. No primeiro trimestre de 2020, o volume de trocas recuou a ritmo bem menos acentuado, de 3%, na mesma base comparativa.

Por outro lado, a OMC ressalta que as medidas anunciadas por diferentes autoridades para amortecer os efeitos econômicos da Covid-19 têm surtido efeito e, por isso, é improvável que o comércio global atinja o cenário pessimista projetado em abril, de tombo de 32% em 2020.

“Atualmente, o comércio só precisa crescer 2,5% por trimestre no restante do ano para atender à projeção otimista de abril, de contração de 13%”, informa nota da organização multilateral.

A OMC entende que o segundo semestre já representa o “fundo do poço” para o comércio global, mas pondera que uma eventual segunda onda de infecções pelo novo coronavírus pode oferecer um cenário adverso e alterar as estimativas. “A queda no comércio que estamos vendo agora é historicamente grande. Mas poderia ter sido muito pior”, destaca o diretor-geral da entidade, Roberto Azevêdo.

“As decisões políticas têm sido cruciais para amenizar o golpe contínuo na atividade e no comércio, e continuarão a desempenhar um papel importante na determinação do ritmo da recuperação econômica. Para que a produção e o comércio se recuperem fortemente em 2021, todas as políticas fiscais, monetárias e comerciais precisarão continuar seguindo na mesma direção”, alerta o dirigente.

*Com Estadão Conteúdo

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Mundo

Boris Johnson anuncia fim da quarentena na Inglaterra

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Boris Johnson, primeiro-ministro britânico.HANNAH MCKAY / REUTERS

O que se discute é que, mesmo assim, o governo parece estar reabrindo o país mais rápido do que deveria

quarentena no Reino Unido está chegando ao fim. Depois de quase três meses em isolamento total, a reabertura do país era bastante aguardada. Boris Johnson anunciou nesta terça-feira (23) a retomada de cinemas e museus a partir do próximo dia 4 de julho. Pubs e restaurantes também podem reabrir as portas nesta data, mas seguindo algumas regras de distanciamento social.

Para que a economia retome todas as suas atividades, a regra agora exige um metros de distância entre cada pessoa. Salões de beleza e barbearias devem voltar a funcionar também respeitando a determinação para evitar aglomerações. Festas dentro de casa são desaconselhadas e ao ar livre podem acontecer, mas com no máximo seis pessoas. Academias, piscinas públicas e casas noturnas vão permanecer fechadas.

Os números de mortes e contaminações estão despencando depois que o país seguiu quase três meses de isolamento levado a sério. Na segunda-feira (22) foram reportadas 15 mortes por covid-19 na Grã Bretanha, o menor número desde março. Existe a usual subnotificação dos finais de semana, mas ainda assim a cada semana que passa as estatísticas são menores.

O que se discute na Inglaterra, no entanto, é que mesmo assim o governo parece estar reabrindo o país mais rápido do que deveria. A avaliação é que a saúde pública agora deixou de ser a prioridade e resgatar a economia virou a missão número um neste momento. Os indicadores das últimas semanas mostram que o pior já ficou para trás tanto em contaminações quanto em contração do PIB. O estrago foi grande e agora Londres tenta correr contra o tempo para evitar uma catástrofe econômica ainda maior.

O fato é que lojas já voltaram, aulas presenciais em setembro estão confirmadas e a Premier League está a todo vapor — mas a vida na Inglaterra só vai ter alguma cara de normalidade mesmo quando os pubs reabrirem — e isso agora está mais perto de acontecer.

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Ciência e Tecnologia

Google coloca sites conservadores como o ZeroHedge em lista negra retirando a monetização e ameaça a mídia internacional The Federalist

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Hoje, a NBC informou que o Google confirmou na lista negra financeira dois sites conhecidos por críticas à esquerda: o site conservador The Federalist e a mídia alternativa ZeroHedge. Após sua publicação, a NBC alterou seu artigo para declarar que o Federalist foi “ameaçado” pelo Google de uma lista negra iminente de seu serviço do Google Ads devido a “violações da política” em sua seção de comentários. O ZeroHedge também está trabalhando com o Google para resolver sua remoção, que também é baseada em sua seção de comentários.

Se The Federalist deixar de remediar o que o Google considera como violações em sua seção de comentários,os dois sites não poderão gerar receita com publicidade usando o Google Ads, de longe o serviço mais importante para qualquer site que tente gerar receita com publicidade digital. Em um comentário ao Breitbart News, o The Federalist confirmou que não estava na lista negra e está trabalhando com o Google para resolver quaisquer problemas. Em um comentário separado, o ZeroHedge também afirmou que está trabalhando com a gigante da tecnologia.

O Google tomou medidas depois de ter sido contatado por jornalistas da NBC, que apresentaram à empresa pesquisas de uma organização sem fins lucrativos de esquerda, o Center for Countering Digital Hate, que difunde vários sites conservadores, incluindo o Breitbart News, e solicita que os anunciantes digitais retirem a monetização desses sites.

A NBC afirmou que a gigante da tecnologia disse que desmonetizou The Federalist e ZeroHedge por causa de “comentários de ódio”. Segundo um porta-voz do Google: “Para deixar claro, o The Federalist não está desmonetizado no momento. Temos políticas estritas de editor que regem o conteúdo em que os anúncios podem ser exibidos, o que inclui comentários no site. Esta é uma política de longa data.”

“Quando uma página ou site viola nossas políticas, tomamos medidas. Nesse caso, removemos a capacidade de monetização de ambos os sites com o Google “, afirmou a porta-voz da NBC.

Informações: Politz

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Ciência e Tecnologia

Um “hacking sofisticado de um agente estatal”: a Austrália denuncia um ataque cibernético ao seu governo

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Um ataque cibernético “sofisticado” a todos os níveis do governo.

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, denunciou na sexta-feira que seu governo e instituições estão sendo alvo de uma “invasão” por um “agente do Estado”.

Morrison disse que os ataques cibernéticos são generalizados e que afetaram o governo, os provedores de serviços essenciais e as empresas australianas.

O primeiro-ministro se recusou a identificar a pessoa responsável e garantiu que não houve um grande roubo de dados pessoais.

A frequência dessa atividade criminosa tem aumentado nos últimos meses, alertou.

  • A disputa entre a Austrália e a China sobre a origem do coronavírus que ameaça provocar um “divórcio econômico” entre os dois países

O governo australiano foi vítima de vários ataques cibernéticos nos últimos anos, alguns deles atribuídos pela imprensa local a países como a China.

O que se sabe sobre esse ataque

Os especialistas em cibernética do governo australiano sabiam que ele era um agente estatal “por causa da escala e natureza” dos ataques.

“Não há muitos agentes estatais que possam participar desse tipo de atividade”, enfatizou Morrison.

img1 Um "hacking sofisticado de um agente estatal": a Austrália denuncia um ataque cibernético ao seu governo

Scott Morrison alertou que a atividade criminosa vinha aumentando nos últimos meses – Foto: EPA

 

O primeiro-ministro disse que decidiu discutir o assunto para pedir às empresas, especialmente prestadoras de serviços e infraestrutura, que melhorem seus sistemas de tecnologia de defesa.

Ele também confirmou que as agências de defesa cibernética da Austrália frustraram “muitas” tentativas, mas os sistemas de proteção exigem “persistência e manutenção constante”.

“Decidimos levantar essa questão hoje não para preocupar o público, mas para aumentar a conscientização “.

“Nós sabemos o que está acontecendo. Estamos trabalhando nisso, mas é uma tarefa diária”.

O primeiro-ministro enfatizou que esse tipo de atividade maliciosa não afeta apenas a Austrália , como ocorreu em outros territórios ao redor do mundo.

No ano passado, os principais partidos da Austrália e o Parlamento foram atingidos por uma “invasão maliciosa” em suas redes de computadores, realizada por um “sofisticado agente estatal”.

img2 Um "hacking sofisticado de um agente estatal": a Austrália denuncia um ataque cibernético ao seu governo

No ano passado, a Austrália relatou um ataque ao seu Parlamento – Foto: Getty images

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EUA alteram regras de trabalho com tecnologia 5G da Huawei

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O Departamento de Comércio dos Estados Unidos e outras agências norte-americanas concordaram nesta terça-feira (16/6) com alterações às limitações impostas à Huawei e anunciaram a suavização das regras para que empresas chinesas e estadunidenses colaborem com o desenvolvimento da tecnologia 5G. Decisão acontece após um período turbulento de restrições.

O secretário do comércio Wilbur Ross confirmou a informação à Reuters, salientando que o órgão, entretanto, continua comprometido em proteger os interesses de segurança nacional e política externa dos EUA.

Apesar de ainda aguardar registro federal – enviado sexta-feira (12/6) e que deve ser publicado ainda hoje –, a decisão foi tomada devido ao avanço da companhia chinesa em seus processos. De acordo com a  Strategy Analytics, a Huawei “é líder nas contribuições gerais para o 5G”.

Por isso, o país comandado por Donald Trump deseja participar ativamente da definição dos padrões globais da conexão, visando, ainda, consolidar sua relevância no contexto. “Os Estados Unidos não irão ceder a liderança em inovação global”, afirma o secretário em comunicado.

Informações: Tecmundo

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Coreia do Norte rechaça diálogo e enviará tropas à fronteira com Coreia do Sul

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A Coreia do Norte vai voltar a militarizar regiões da fronteira com a Coreia do Sul

 

Coreia do Norte rejeitou publicamente as tentativas de diálogo da Coreia do Sul e anunciou nesta quarta-feira (17) que voltará a enviar tropas para áreas de fronteira que haviam sido desmilitarizadas após acordo em 2018.

Em comunicado divulgado pela agência estatal de notícias KCNA, Kim Yo-jong, irmã do líder Kim Jong-un, disse que o regime rechaça o envio de representantes sul-coreanos a seu território para um diálogo.

“(Kim Yo-jong) anunciou nossa posição de que rejeitamos a proposta sinistra e sem tato”, diz o comunicado lido pela agência estatal.

Em declaração também divulgada pela “KCNA”, a própria Kim chamou de “repugnante” um discurso feito na segunda-feira (15) pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, no 20º aniversário da primeira cúpula entre as duas Coreias e no qual pediu aos vizinhos do norte para que não voltem atrás na aproximação.

A irmã do líder norte-coreano declarou que o discurso não incluiu um pedido de desculpas pelo envio de panfletos de propaganda contra o regime de Kim Jong-un por parte de ativistas sul-coreanos, razão pela qual a Coreia do Norte alegou ter optado por retomar uma atitude beligerante em relação ao país vizinho.

Essas palavras de Kim Yo-jong, assim como os planos de remilitarização da fronteira, reforçam a intenção de Pyongyang de não querer aliviar tensões. Nesta terça-feira (16), a Coreia do Norte destruiu um escritório intercoreano que ficava próximo à fronteira com a vizinha do sul.

A liderança militar norte-coreana vai enviar tropas para a área ao redor da cidade de Kaesong, no sudoeste do país, e do Monte Kumgang, no sudeste, ao longo da fronteira que separa as Coreias.

As duas regiões fronteiriças, símbolos de uma cooperação agora suspensa, foram desmilitarizadas com base em um acordo assinado por ambos os países na cúpula realizada em setembro de 2018 em Pyongyang.

A Coreia do Norte também disse que vai reativar postos de guarda de fronteira e reiniciar “todos os tipos de exercícios militares” perto do país vizinho.

Informações: JP

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O presidente dos EUA, Donald Trump , cancelou o projeto Bill Gates conhecido como ID2020.

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Fonte: Google

O presidente dos EUA, Donald Trump (foto), cancelou o projeto Bill Gates conhecido como ID2020. *

O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump , fez o seguinte;

1– Tornou as vacinas voluntárias, não obrigatórias. Os militares verificarão a pureza e distribuirão as vacinas.

2– Cortou o financiamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) e quer uma investigação sobre suas operações.
3– Cancelou o projeto de lei Democratas HR 6666, conhecido como Covid -19 TRACE Act, que foi a base do projeto de diagnóstico e rastreamento de Bill Gates , que também foi cancelado.
4– Projeto Bill Gates cancelado, conhecido como ID2020.
5– Abriu uma plataforma de denúncias para denunciar censura no Facebook , Twitter e YouTube. Foi invadida por reclamações. Eles conseguiram a evidência.
6- Parou o lançamento do 5G em todo o país.
7– Emitiu Ordem Executiva para reabrir estados: Governadores que se recusarem a reabrir serão processados.
8– Executou a ordem para a Casa Branca assumir todas as redes elétricas: que incluem servidores de  Internet, sistemas de transmissão e sistemas eletrônicos. (Bandeira vermelha)
9– Declarou que locais de culto são ‘Serviços Essenciais’. Alguns prefeitos estão multando as pessoas por irem à igreja.
10– Aplaudiu a Austrália e 116 países por insistirem em uma sonda chinesa na disseminação do Covid-19, apesar de várias ameaças da China sobre a recusa de exportações críticas.
 
NOTA:
*Projecto ID2020

D2020 é o nome do projecto que poderia levar à identificação digital de praticamente todas as pessoas no planeta. A expressão “identificação digital” significa a inserção de um microchip no corpo humano, algo que contém todas as informações pessoais dos cidadãos.

Pouco tem sido dito sobre o assunto nos órgãos de comunicação, mas o projecto ID2020 chegou a um estágio bastante avançado. O site oficial afirma que ID2020 é uma espécie de parceria público-privada que envolve a ONU, governos nacionais e membros fundadores, que são também os seus financiadores mais activos. Quem são os financiadores?

Os membros fundadores incluem nomes importantes como a Microsoft de Bill Gates; a GAVI, a aliança global para as vacinas e a imunização, interessada em promover o uso de vacinas em todo o mundo; e a família Rockefeller.

Na Administração do ID2020 encontramos representantes dos conhecidos do costume: JP Morgan, Banco Santander, Banco USB, Deutsche Bank, IBM, Rockefeller Foundation, Microsoft… só não encontrei a Goldman Sachs e isso deixou-me muito perplexo.

Obviamente, ID2020 é apresentado como uma mais valia para os cidadãos. Mais do que isso: um direito. Na primeira página do projecto podemos ler:

A identidade é vital para as oportunidades políticas, económicas e sociais. Mas os sistemas de identificação são arcaicos, não seguros, falta uma adequada protecção da privacidade e, para mais de um bilião de pessoas, são inacessíveis.

Pelo que: ID2020 é para o nosso bem. Tinham dúvidas? Já viram quantas pessoas e empresas privadas cheias de dinheiro pensam apenas nos nossos bem estar e direitos?

Bill!

Bill Gates, ele mesmo: o indivíduo que poucas semanas antes do começo do psicodrama previu a pandemia de Coronavirus. Olhem o acaso. Mas o que a imunização tem a ver com a identidade digital?

É aqui que podemos encontrar algo que parece saído dum livro de ficção: a identidade digital não só proporcionaria a possibilidade de incluir todas as informações pessoais dos cidadãos num microchip subcutâneo, mas ao mesmo tempo permitiria também que as vacinas fossem administradas em formato digital. Incrível? Sem dúvida. Mas real, já existe. No Estado do Texas, nos Estados Unidos, os pobres desabrigados já estão a ser usados como cobaias para testar este microchip. E o governo do Bangladesh também aderiu oficialmente a esta iniciativa no passado mês de Setembro. Dúvidas? Espreitem os links contidos neste artigo.

Bill Gates, como sabemos, é um maníaco das vacinas. Não admira: falamos dum negócio bilionário e algo mais. O simpático Bill sugere:

investir na vigilância de doenças, para incluir um repositório digital imediatamente acessível às organizações mais relevantes com regras que exijam que os Países compartilhem suas informações.

Este é exactamente o projecto que Gates está a financiar com o ID2020. Se isso se tornasse realidade, toda a informação dos cidadãos estaria imediatamente disponível neste microchip, incluindo, é claro, informações sobre as suas doenças pessoais; e os Países seriam obrigados a partilhar estas informações com as organizações “mais relevantes”. As implicações para a privacidade seriam devastadoras, uma vez que praticamente todos poderiam ser sujeitos a uma verdadeira vigilância digital em massa. E ninguém, até agora, preocupou-se em apontar o macroscópico conflito de interesses de Bill Gates que, ao promover tal instrumento, de facto daria a si mesmo um enorme poder de controle sobre a população mundial.

Embora o projecto seja apresentado sob uma capa humanitária, na realidade esconde implicações perturbadoras tanto para a questão dos lucros quanto para as consequências directas na liberdade pessoal. O microchip, de facto, permitiria àqueles que gerem o arquivo digital rastrear os movimentos de qualquer pessoa. O Big Brother digital, sob o pretexto da protecção da saúde, poderia saber em tempo real onde está uma pessoa e o que ela está a fazer.

O diário La Stampa explica quais as nossas vantagens ao falar com o director de Accenture, uma das multinacionais que participam no projecto ID2020:

A ideia, que faz parte dos objectivos da Agenda do Desenvolvimento Sustentável, é permitir a qualquer pessoa aceder às suas informações pessoais através de uma nova plataforma de Cloud Computing ligada aos sistemas públicos ou privados existentes em diferentes Países.

Em suma, não há mais passaportes, bilhetes de identidade, certidões de nascimento ou documentos em papel que comprovem a cidadania ou o estatuto de requerente de asilo. Qualquer pessoa pode provar quem ele é, e de onde ele vem, fornecendo prova da sua existência legal, ou ter disponíveis dados médicos e até mesmo dados bancários e educacionais, conectando-se, onde quer que esteja, a uma rede digital universal também acessível via app e telefone celular.

Para o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados,Accenture já desenvolveu uma plataforma que permite a identificação de refugiados individuais utilizando dados biométricos de impressões digitais, íris e características faciais. O novo sistema, cuja segurança seria garantida pelo uso da tecnologia blockchain, é um desenvolvimento deste projecto que permite às pessoas registadas receberem assistência humanitária nos campos de refugiados.

“Ter uma identidade digital é um direito humano fundamental”, diz o director da Accenture, David Treat, “sem o qual você está excluído do acesso aos serviços básicos de saúde, educação e serviços bancários”.

Um sexto da população mundial paga o preço d essa privação, um terço da qual é menor, vivendo principalmente na Ásia e na África.

Mas graças ao sistema digital os mais necessitados, incluindo refugiados e deslocados, poderão, no futuro, receber os recursos e cuidados médicos de que necessitam. E, uma vez autenticados na rede global, recebem um endosso oficial para poder confirmar perante qualquer autoridade e agência dados tais como nascimento, cidadania ou nível de educação.

Tudo correcto: a miséria do Terceiro Mundo não é provocada pela falta de dinheiro, de oportunidade, de instrução, de meios de sustentação regularmente subtraídos pelos investidores internacionais; nada de guerras do petróleo, nada de corrupção, nada de dívidas internacionais: é a falta de identidade digital o verdadeiro drama destes povos. E nem vale a pena falar da trágica situação dos cidadãos dos Países mais evoluídos, obrigados a viajar com pesados passaportes no bolso.

Fiquei convencido, vou já enviar uma doação.

A GAVI

Depois há a GAVI, uma espécie de parceria público-privada à qual pertencem entidades públicas e privadas como a Organização Mundial da Saúde, a Unicef, o Banco Mundial e, obviamente, o próprio Bill Gates com a Fundação Melinda & Bill Gates. Mas a GAVI já foi acusada de não ser movida por fins de caridade.

De facto, a GAVI tem utilizado os fundos públicos recebidos dos governos de vários Países para aumentar os grandes negócios das empresas farmacêuticas que produzem vacinas, em particular os negócios da britânica GlaxoSmithKline e da americana Pfizer. Como rezava o britânico The Guardian já sete anos atrás:

MSF [Médecins sans Frontières, ndt] está preocupada que os acordos entre a Global Alliance for Vaccines and Immunisation (GaAVI) […] e empresas farmacêuticas como a gigante britânica GlaxoSmithKline e a Pfizer nos EUA, não sejam transparentes e não tenham sustentabilidade.

“Parece-nos um grande subsídio para as farmacéuticas, não há outra forma de o dizer realmente”, diz a Dra. Manica Balasegaram, directora executiva da campanha da MSF.

De facto, a GAVI financiava Big Pharma enquanto a empresa indiana de medicamentos poderia produzir aqueles mesmo medicamentos por menos dinheiro, como explica o indiano Development Today.

Coisas velhas? Nem por isso, pois ainda no passado mês de Dezembro, assim relatava MSF:

Antes da reunião desta semana da directoria da GAVI, Médicos Sem Fronteiras (MSF) pediu aos membros da directoria que parassem imediatamente de pagar os fundos remanescentes de um subsídio de 262 milhões de Dólares às corporações farmacêuticas Pfizer e GlaxoSmithKline para a vacina pneumocócica. A MSF pediu que os restantes fundos fossem usados para apoiar a adopção de uma vacina pneumocócica mais acessível, que deve chegar ao mercado em breve.

“A Pfizer e a GSK arrecadaram mais do que sua parcela para a vacina pneumocócica, além dos quase 50 biliões de Dólares em vendas que fizeram nos últimos 10 anos com a vacina, então é hora da Gavi parar com esse pagamento às farmacêuticas” disse Kate Elder, Assessora Sénior das Políticas de Vacinas da campanha de MSF Access. “Em vez de fazer mais dinheiro na Pfizer e na GSK, a GAVI deveria começar a apoiar os Países a prepararem-se para um fornecedor alternativo que promete preços mais baixos da vacina pneumocócica para todos os Países”.

Pelo que, há anos que a GAVI ajuda Big Pharma a realizar lucros bilionários: por baixo das declaradas intenções filantrópicas estão escondidos grandes os interesses das empresas farmacêuticas. E não só delas.

Os Rockefellers

A família Rockefeller também tem um grande interesse na identidade digital. No site do ID2020, os Rockefellers são apresentados como uma família há muito “comprometida com a promoção do bem da humanidade”. É precisa muita inconsciência ou uma boa dose de humor negro para escrever algo assim.

Para quem não está familiarizado com esta família americana, será útil lembrar o Massacre de Ludlow, de 1914, no qual uma greve eclodida nas minas de carvão de Ludlow, no Estado do Colorado, de propriedade de John D. Rockefeller, foi resolvida com um grupo de homens armados enviados pelo mesmo Rockefeller. A revolta foi suprimida com sangue e custou a vida de 2 mulheres e 11 crianças.

Já em 1918 a riqueza da família atingia o valor de 1.5 biliões de Dólares, equivalente a 322 biliões de Euros de hoje, de certeza não o fruto da prática da filantropia. Mas por qual razão esta família tem interesse na identidade digital?

Porque a filosofia dos Rockefellers assenta no sonho dum mundo em que os Estados-nações são substituídos por uma superestrutura globalista. É possível encontrar este projecto nas memórias de David Rockefeller, tardiamente falecido em 2017 com a idade de 102 anos:

Alguns acreditam que somos parte de um pacto secreto que trabalha contra os interesses dos Estados Unidos, caracterizando a mim e à minha família como internacionalistas e conspiradores com outros em todo o mundo para construir uma estrutura económica e política mais integrada, um mundo, por assim dizer. Se é essa a acusação, declaro-me culpado e estou orgulhoso disso.

Um psicopata bilionário, filho duma família de psicopata, na cuja visão de paraíso os povos não desempenham qualquer papel, mas são completamente remetidos para a vontade desta elite transnacional. Um desenho autoritário que deseja o advento de um supergoverno mundial que aniquile as nações e os poderes dos parlamentos nacionais. O projecto ID2020 seria, portanto, a ferramenta perfeita para mapear e controlar todos os cidadãos do mundo.

Repito: tudo isso parece ficção. Mas na Suécia já temos um exemplo concreto de como este microchip subcutâneo funciona: as pessoas que o enxertaram passam as mãos por baixo dos scanners para adquirir bens e serviços. O microchip subcutâneo já é uma realidade na Suécia.

Concluímos com um toque religioso? Boa ideia.

Apocalipse de João 13:16-18

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Falta só uma musiquinha inquietante…

Só uma nota: o simpático nome. ID2020. O mesmo ano da pandemia (2020), enquanto ID deve estar por IDiots, que somos nós. Business Insider, 19 de Março de 2020:

“As coisas estão um pouco confusas neste momento”, acrescentou Gates, acrescentando que a Universidade de Washington em Seattle estava “a fornecer milhares de testes por dia, mas ninguém está ligado a um sistema de rastreamento nacional”. […]

Gates também apoiou a ideia de monitorizar mais de perto os movimentos dos pacientes com Coronavírus confirmados. “Sempre que há um teste positivo, deve ser visto para entender onde está a doença e se precisamos fortalecer o distanciamento social”, disse. “A Coreia do Sul fez um excelente trabalho, incluindo o rastreio digital dos contactos.”

Pois é: a Coreia do Sul criou um sistema que rastreia os movimentos dos contagiados, tornando os dados publicamente disponíveis num site do governo e enviando mensagens às pessoas que possam ter-se cruzado com elas. Coronavirus, vacinas, microchip… ligaram os pontinhos?

 

Fonte: Informação incorrecta

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